Atualização das medidas para voos e aeroportos em relação ao uso de máscaras - Novembro/2022
28/11/2022 - 10:33

Voltou a valer nesta sexta-feira (25/11) a obrigatoriedade do uso de máscaras em voos e áreas aeroportuárias em todo o Brasil. A medida é válida para todos os viajantes e funcionários nas áreas de acesso controlado dos aeroportos no Brasil, como, por exemplo, as áreas a partir da checagem do bilhete aéreo.

A medida foi aprovada pela Diretoria Colegiada da Anvisa na última terça-feira (22/11), a partir da avaliação do cenário epidemiológico atual da Covid -19 no Brasil.

 Veja abaixo o que está valendo para voos e aeroportos no país:

 - uso obrigatório de máscara de proteção facial em todas as áreas controladas ou restritas dos aeroportos brasileiros;

 - uso obrigatório de máscaras faciais durante os voos realizados em território brasileiro (domésticos e internacionais);

 - nas áreas aeroportuárias onde essa medida está em exigência e nas aeronaves, as máscaras podem ser removidas momentaneamente para alimentação e hidratação, sendo que o serviço de bordo está mantido;

 

As máscaras podem ser dispensadas nas seguintes situações:

- Pessoas com transtorno do espectro autista, com deficiência intelectual, com deficiências sensoriais ou com quaisquer outras deficiências que as impeçam de fazer o uso adequado de máscara de proteção facial, conforme declaração médica;

- Crianças com menos de 3 (três) anos de idade.

 

Não serão aceitas máscaras com as seguintes características:

I- máscaras de acrílico ou de plástico;

II- máscaras dotadas de válvulas de expiração, incluindo as do tipo N95 e PFF2;

III- lenços, bandanas de pano ou qualquer outro material que não seja caracterizado como máscara de proteção de uso profissional ou de uso não profissional;

IV- protetores faciais (face shields), isoladamente.

Nas áreas de acesso público dos aeroportos, devem ser observadas e seguidas as orientações das autoridades locais de saúde. Para essas áreas, a Anvisa reforça a recomendação do uso de máscaras.

 

Fonte: Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA

 

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